A soberania do Brasil começa na comunicação.

Toda comunicação trocada por um órgão público ou por uma empresa estratégica atravessa hoje uma fronteira que ninguém escolheu cruzar — a de servidores, protocolos e leis de outro país. A Altibra devolve essa rota ao Brasil: um protocolo cifrado ponta a ponta, com dados e rota de rede mantidos inteiramente em servidores brasileiros.

Rede de acesso restrito — Executivo, Legislativo, Judiciário, Forças Militares e organizações cuja estratégia depende de soberania
🔒  ATB — ponta a ponta
◆  AltiBase nacional
01 — O problema

A comunicação do país mora fora do país

A comunicação digital do Brasil — de gabinetes públicos a salas de decisão estratégica — depende quase inteiramente de servidores, protocolos e infraestrutura operados por empresas estrangeiras. Não é um detalhe técnico enterrado em termos de uso: é uma decisão silenciosa sobre a jurisdição a que passam a responder os dados de instituições e empresas brasileiras.

Leis como o CLOUD Act, dos Estados Unidos, permitem que autoridades estrangeiras solicitem acesso a dados hospedados por empresas americanas — mesmo quando pertencem a órgãos públicos ou empresas de outro país. Na camada mais sensível da comunicação institucional, o Brasil ainda não construiu uma alternativa nacional real.

Jurisdição estrangeira Vigilância externa Dependência estrutural
Origem Servidor estrangeiro Destino
02 — A solução

Uma arquitetura pensada para nunca sair do Brasil

O Protocolo Altibra (ATB) é a espinha dorsal da rede: um protocolo de comunicação robusto e altamente criptografado, construído sobre tecnologia soberana, com arquitetura federada inspirada em precedentes de mercado como o protocolo Matrix — mas pensado para múltiplas utilidades, não apenas para o envio de mensagens. A troca de mensagens é uma dessas aplicações; outras podem ser construídas sobre a mesma base, sempre com dados e rota de rede mantidos dentro de servidores brasileiros, do primeiro ao último salto.

Protocolo Altibra — ATB

Um protocolo de comunicação robusto e altamente criptografado, construído sobre tecnologia soberana. Suporta múltiplas utilidades sobre a mesma base — a troca de mensagens é apenas uma delas. Cada dado é cifrado na origem e só decifrado no destino: nenhum servidor intermediário, nem mesmo os da própria Altibra, consegue ler o conteúdo em trânsito.

Ponta a ponta Múltiplas utilidades

AltiBase

Pontos de retransmissão distribuídos, operados por instituições brasileiras. Cada AltiBase reforça a rede sem depender de um único operador ou de um único ponto de falha.

Infraestrutura nacional
Remetente
no Brasil
AltiBase
nacional
Destinatário
no Brasil

Rota da rede Altibra — dado e trajeto permanecem em servidores brasileiros

A Altibra é uma rede de acesso restrito — não uma plataforma aberta ao público em geral. O acesso é destinado aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, às Forças Militares, e a executivos e empresas cujas informações e estratégias dependem de soberania.

Poder Executivo Poder Legislativo Poder Judiciário Forças Militares Empresas estratégicas
03 — Como funciona

Uma rede que não depende de ninguém para continuar de pé

A rede Altibra não tem um único centro de controle. Cada AltiBase pode ser operada por uma instituição diferente — um tribunal, uma casa legislativa, um órgão do Executivo, uma empresa parceira — e, juntos, formam uma malha nacional que se fortalece à medida que mais organizações se conectam a ela.

Sobre essa malha roda o Protocolo Altibra, garantindo que cada comunicação — troca de mensagens ou qualquer outra aplicação construída sobre a mesma base — trafegue cifrada, ponta a ponta, sem depender de um ponto único de falha nem de um operador isolado que possa ser pressionado, comprado ou desligado a partir de fora do país.

04 — Para apoiadores e parceiros

Uma tese para quem pensa em décadas, não em trimestres

A Altibra está em fase de desenvolvimento do protocolo e da primeira geração de AltiBases. Por concepção, a rede não é — e não será — uma plataforma de uso público: o acesso é restrito aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, às Forças Militares, e a executivos e empresas cujas informações e estratégias dependem de soberania.

Se sua instituição ou empresa se encaixa nesse perfil, há espaço real para conversar sobre como operar uma AltiBase, apoiar o desenvolvimento do protocolo, ou se tornar um apoiador da empresa.

Para apoiadores

Participação em uma tese de infraestrutura nacional restrita e soberana, desde o estágio de fundação.

Para instituições

Possibilidade de operar uma AltiBase e integrar a rede desde a sua formação, com peso na sua governança.

Quem tem acesso

Executivo, Legislativo, Judiciário, Forças Militares e organizações cuja estratégia depende de soberania de dados.

Fale com a Altibra sobre como apoiar essa rede.